VARA DE DISPARO

São as armas de quarta energia mais comuns, parecidas com lanças, e com estrutura tecnológica muito complexa, elas dependem de uma bateria de centelha para o funcionamento. A bateria de centelha de uma vara de disparo é inserida na parte de trás da arma, e possui o tamanho de um dedo humano, cilíndrico e leve. A bateria proporciona um número variado de disparos, dependendo da regulagem da arma, feita através do computador integrado a tela digital. Tal configuração determina a quantidade de quarta energia drenada da bateria e concentrada no núcleo de cristal da arma, definindo a intensidade da rajada de quarta energia liberada através dos condutores de cristal. Em média, uma bateria consegue fazer entre 15 e 5 disparos, dependendo da regulagem da potência.
Estruturalmente, a arma é constituída de liga leve metálica, forrada por uma camada fina de verniz fosco, encapada com couro na empunhadura. Alças de metal ajudam no manuseio e no transporte, e placas de metal sobrepostas criam um efeito de escama ao longo da haste. Tecnicamente ela é formada por três partes distintas: O Núcleo, o Corpo e a Haste.
O Núcleo é formado pelo núcleo de cristal, o encaixe da bateria e os sistemas de disparo, ficando na parte de trás da arma.
O Corpo da arma é constituída de empunhadura, filamentos de cristal em sua parte de dentro, ligados ao computador e a central de comando. Os filamentos de cristal são responsáveis pela extração da quarta energia concentrada no núcleo da arma, conferindo uma luminescência esverdeada para as “entradas de frio”. Essas entradas de frio são aberturas que vão até os filamentos de cristal, permitindo a eles drenar o calor do ambiente e não das peças da arma (o que causaria o congelamento da arma), assim a quarta energia bruta que transita pelos filamentos carregados absorve o calor e se expande, ficando mais luminosa e transparente. O ruído de “sopro” é comum em varas de disparo, pois quando os filamentos são preenchidos de quarta energia o ar é puxado pelas entradas de frio e, assim que a quarta energia se expande, ela vaza dos filamentos de cristal, caindo finalmente nos condutores de cristal e preenchendo toda a parte da haste da arma.
A Haste é a parte mais longa da arma, contendo os condutores de cristal e as placas de contenção. É nos condutores de cristal que a quarta energia finalmente torna-se volátil e perigosa para os espectros, expandida e luminosa, ela corre pelos condutores como se estivesse presa por magnetismo, muitas vezes se desprendendo da arma e vazando, mas sempre retornando ao fluxo padrão. É essa energia volátil que pode ser usada como lâmina contra os fantasmas. Obviamente os soldados mais sensatos, optam por liberar essa energia em forma de rajada, permanecendo distante do espectro. Uma peça minúscula em forma de anel na ponta da haste, conhecida com “foco”, é na verdade constituída de anéis de cristal recheados com fragmentos de prata, responsáveis por estrangular a energia expandida nos condutores de cristal em forma de uma linha concentrada, dando direção para o disparo.
Vale lembrar que toda a luminosidade a circulação da energia pela arma, só é visível através dos aparelhos adequados.

Advertisements